O Racionalismo é incompatível com Bolsonaro

Desde a fundação do racionalismo, que veio da Lógica de Leibniz, da busca por uma melhor compreensão da existência, dos pensamentos cartesianos e afins, o Humanismo enquanto corrente de pensamento tem ido de encontro com uma série de princípios tidos como pétreos e imutáveis socialmente.

Enxergar com os olhos do racionalismo e não criticar situações cotidianas e sociais que vão de encontro com as máximas da corrente de pensamento é quase impossível. Por isso, o humanismo é um dos movimentos mais inclusivos e igualitários que existem hoje na sociedade, e é exatamente contra essa inclusividade que o governo Bolsonaro vai de encontro.

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O racionalismo, que é totalmente oposto ao ódio, não acredita que existe uma experiência positiva proveniente de políticas de ódio, quer seja hoje ou em qualquer momento da história da humanidade.

Diferente do que prega o atual governo, não temos que agir nas consequências dos problemas sociais (como a criminalidade, por exemplo), mas cuidar das comunidades como um todo, dar estrutura igualitária, educação, segurança, saúde, e tão somente assim, encontrar uma forma de corrigir os problemas da nação.

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O governo Bolsonaro vai de encontro com o Racionalismo, também, por coadunar com linhas tal qual o Olavismo, apoio da religião na esfera política, e outros gigantes problemas que maculam a imagem do Estado e de como deveria funcionar um ente que rege toda uma nação de forma igualitária.

Apoiar este tal governo é ir de encontro com a linha tanto Humanista quanto Humanitária, é ir de frente com os conceitos básicos de ética, racionalismo e até mesmo empirismo, de certa forma. E estes são apenas alguns dos principais motivos que se mostram mais evidentes no cenário atual.

Nos próximos 3 anos, poderemos ver com ainda maior detalhe o que existe por trás do manto que cobre o governo bolsonarista.